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ENGENHARIA DE PETRÓLEO - PROVAS RESOLVIDAS e COMENTADAS DE CONCURSOS PÚBLICOS (2007 - 2008)

  • Nº DE PÁGINAS:177; FORMATO DO PAPEL: A4; CAPA: COLORIDA; CONTEÚDO: COLORIDO; ACABAMENTO: BROCHURA.

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    Este material tem por objetivo servir de apoio para aqueles que prestam concursos públicos na área de Engenharia de Petróleo. São 265 questões resolvidas e comentadas, todas referentes aos conhecimentos específicos,  com o propósito de fazer com que o leitor entenda de forma clara e objetiva o assunto. Tendo em conta a dificuldade de encontrar material disponível na área e a extensa lista de conteúdos exigida para esses concursos, a intenção é que através deste material, o leitor consiga aprofundar conceitos, entrar em contato com o que está sendo exigido e se preparar para as provas escolhidas.

    DADOS DA OBRA
    ELABORAÇÃO:
    GICÉLI SANTOS DE CAMARGO; JANINY CAMARGO NATALIO; SANDRA   MARIA RATTON. 
    COLABORAÇÃO: GABRIEL CASTELLANO LOPES; MARCIO DE FREITAS; RAFAEL YUJI ISHI
    CAPA: GILSON CAMARGO

    PROVAS ESCOLHIDAS:
     
    • EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA - EPE - Cargo: Analista de Pesquisa Energética Júnior /Área Petróleo /Abastecimento ? Cesgranrio - 2007
    • AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP - Cargo: Especialista em Regulação de Petróleo e derivados, álcool combustível e gás natural ? Engenharia 1 - Cesgranrio - 2008
    • INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE / RJ ? INEA   -       -Cargo: Engenheiro de Petróleo ? Cesgranrio ? 2008
    • AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS ? ANP - Cargo: Especialista em Regulação de Petróleo e Derivados, álcool combustível e gás natural ? Engenharia 2 ? Cesgranrio ? 2008
    • PETROBRÁS - Cargo: Engenheiro de Petróleo Júnior ? Cesgranrio ? 2008
    • EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA ? EPE - Cargo: Analista de Pesquisa Energética Júnior /Área: Petróleo / Exploração e Produção ? Cesgranrio ? 2007
    • PETROBRÁS - Cargo: Engenheiro de Petróleo Júnior ? Cespe - 2008
    Segue abaixo algumas questões para demonstração de como o material foi elaborado:

    CONCURSO: INEA
    INST. ORGANIZADORA: CESGRANRIO
    CARGO: ENGENHEIRO DE PETRÓLEO
    ANO: 2008
     
    38. No mar, as plataformas móveis de perfuração podem ser do tipo submersíveis, auto-eleváveis, semi-submersíveis e navios-sonda. Quais as mais indicadas para perfuração em águas profundas?
    (A) Auto-eleváveis e navios-sonda.
    (B) Submersíveis e semi-submersíveis.
    (C) Submersíveis e navios-sonda.
    (D) Semi-submersíveis e navios-sonda.
    (E) Semi-submersíveis e auto-eleváveis.
     
    Resolução:
    Semi-submersíveis: são plataformas flutuantes constituídas de uma estrutura de um ou mais conveses. O apoio é feito por flutuadores submersos que sofrem movimentação devido à ação das ondas, ventos e correntezas.
    Este tipo de plataforma fica situado na superfície do mar para que sofra menor impacto das condições impostas por ele. Além disso, possui um sistema de ancoragem ou de posicionamento dinâmico.
    A profundidade de operação das plataformas que apresentam sistema de ancoragem é limitada, enquanto que as que utilizam o posicionamento dinâmico podem perfurar em águas de cerca de 500 metros de profundidade.
    Auto-eleváveis: plataforma marítima com três ou mais pernas de tamanho variável, que pode ser posicionada em locais de diferentes profundidades, em lâminas d'água entre 5 e 130 metros - na zona situada entre a praia e o início dos abismos oceânicos.
    Plataforma de pernas atirantadas: unidades flutuantes que possuem estrutura semelhante à da plataforma semi-submersível. A diferença entre elas ocorre no sistema de ancoragem no fundo do mar.
    Navios Sonda- são navios projetados para explorar poços submarinos situados em águas muito profundas. Eles possuem uma abertura no centro do casco por onde passa a coluna de perfuração.
    Plataformas Submersíveis? são plataformas pouco utilizadas, pois só operam em locais de águas calmas, tipicamente rios e baías, com pequena lâmina d?água. Consistem de uma estrutura montada sobre um flutuador e são levadas por rebocadores até o local de perfuração, onde são lastreadas até que seu casco se apóie no fundo.
    (http://www2.petrobras.com.br/espacoconhecer/sobrepetroleo/ExploracaoProducao_perfuracao.asp/http://www.upis.br/dinamicadenegocios/arquivos/3%20ArtigoSBDS.pdf )
    Alternativa D é correta.


    CONCURSO: ANP
    INST. ORGANIZADORA: CESGRANRIO
    CARGO: ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO DE PETRÓLEO E DERIVADOS, ÁLCOOL COMBUSTÍVEL E GÁS NATURAL ? ENGENHARIA 2
    ANO: 2008
     
    42. No refino de petróleo, a destilação atmosférica tem a finalidade de:
    (A) separar o petróleo em três frações: leve, média e pesada, de acordo com o ponto de ebulição.
    (B) separar por flash gás combustível e incondensáveis.
    (C) produzir unicamente GLP, gasóleo para FCC e resíduo.
    (D) produzir derivados para subseqüentes tratamentos.
    (E) retirar água e sais do petróleo cru.
     
    Resolução:
    O refino de petróleo é, basicamente, um conjunto de processos físicos e químicos que objetivam a transformação dessa matéria-prima em derivados. Ele começa pela destilação atmosférica, que consiste no fracionamento do óleo cru a ser processado em toda e qualquer refinaria. Tal operação é realizada em colunas de fracionamento, de dimensões variadas, que possuem vários estágios de separação, um para cada fração desejada.
    O petróleo, proveniente dos tanques de armazenamento, é pré-aquecido e introduzido numa torre de destilação atmosférica. Os derivados deste fracionamento são, principalmente, gás, GLP, nafta, gasolina, querosene, óleo diesel e resíduo atmosférico. Tais frações, retiradas ao longo da coluna em seus vários estágios de separação, deverão ser tratadas, para se transformarem em produtos finais, ou ser enviadas como matéria-prima para outros processos de refino, que as beneficiarão.
    O resíduo atmosférico, fração mais pesada obtida no fundo da torre de destilação atmosférica, após novo aquecimento, é submetido a um segundo fracionamento, agora sob vácuo, no qual são gerados cortes de gasóleos e um resíduo de vácuo, conhecido como óleo combustível.
    As frações geradas na torre de destilação a vácuo são utilizadas como cargas de outros processos de refino que visam, principalmente, a obtenção de produtos de menor peso molecular e maior valor agregado. Exemplos clássicos desses processos são o craqueamento catalítico fluido (FCC) de gasóleos de vácuo, que apresenta como principais produtos o GLP e a gasolina, e o coqueamento de resíduo de vácuo, que gera GLP, nafta e óleo diesel. As correntes obtidas nesses processos de craqueamento (catalítico, no primeiro exemplo, e térmico, no segundo) são também enviadas para unidades de tratamento, onde se transformam em produtos acabados.
    Alternativa C é correta.


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